sábado, 3 de março de 2012

Erva Mate

Extrato de Erva Mate em Cápsulas
Análises e estudos sobre a erva-mate têm revelado uma composição que identifica diversas propriedades nutritivas, fisiológicas e medicinais no produto, o que lhe confere um grande potencial de aproveitamento. O mestre em botânica Renato Kaspary em publicação de 1991 sobre erva-mate e Eunice Valduga, em dissertação para obtenção do grau de mestre (95), trazem várias informações a respeito.
Na constituição química da erva-mate, aparecem:
Alcalóides (cafeína, metilxantina, teofilina e teobromina), taninos (ácidos fólico e cafeico), vitaminas (A, Bi, B2, C e E), sais minerais (alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio), proteínas (aminoácidos essenciais), glicídeos (frutose, glucose, rafinose e sacarose), lipídeos (óleos essenciais e substâncias ceráceas), além de celulose, dextrina, sacarina e gomas.
Assim, considera Kaspary, "a erva- mate é considerada um alimento quase completo, pois contém quase todos os nutrientes necessários ao nosso organismo".
Também é extenso o rol de propriedades terapêuticas da erva-mate, de modo especial em razão da presença de alcalóides, como a cafeína, na sua composição.
Destaca-se principalmente que o mate é estimulante da atividade física e mental, atuando beneficamente sobre os nervos e músculos eliminando a fadiga. Observa-se também que estimulante do mate é mais prolongada que a do café, sem deixar efeitos colaterais ou residuais como a insônia e irritabilidade. Por outro lado, a erva-mate atua sobre a circulação, acelerando o ritmo cardíaco e harmoniza o funcionamento bulbo-medular. Age também sobre o tubo digestivo, facilita a digestão e favorece a evacuação e mictação. É considerada ainda um ótimo remédio para pele e reguladora das funções do coração e da respiração, além de exercer importante papel na regeneração celular.
A erva-mate, segundo institutos de pesquisas internacionais, é um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso: elimina os estados depressivos, conferindo ao músculo maior capacidade de resistência a fadiga, sem causar efeitos colaterais. Após estudos realizados sobre os efeitos fisiológicos exercidos pela erva-mate concluíram: O emprego da infusão aumenta as forças musculares, desenvolve as faculdades mentais, tonifica o sistema nervoso, regulariza e regenera as funções do coração e respiração, facilita a digestão e determina uma sensação de bem estar e vigor no organismo, sem acarretar depressões ou qualquer efeito colateral no organismo, como a insônia, palpitações ou agitações nervosas provocadas por outras bebidas similares, permite como bom alimento (natural) que sejam suportadas as fadigas e a fome.
A erva-mate contém altas proporções de vitamina E, efetiva na regulação das funções sexuais, além de ser um elemento indispensável para a pele.
As análises feitas com as folhas de erva-mate mostram que esta planta possui vitaminas, aparecendo em maior escala as do complexo B; possui também cálcio, magnésio, sódio, ferro e flúor, minerais indispensáveis a vida.
A erva-mate é rica em ácido pantotênico, encontrado em menor escala na tão propalada geléia real das abelhas, muito procurada pelas características medicinais que possui.
Matéria Globo Repórter
Edição do dia 24/02/2012
24/02/2012 23h06 - Atualizado em 24/02/2012 23h17
Erva-mate combate colesterol ruim, diabetes e até emagrece
O chá provocou uma queda média de 10% a 12% no colesterol ruim durante uma pesquisa realizada pela UFSC.
Resumo:
Uma erva, muitas receitas e diferentes sabores de norte a sul do país. No Sudeste, a preferência é pelo mate gelado. Esta região consome 60% do chá industrializado no Brasil. No Sul, a erva-mate tem o doce sabor da tradição. Lá, ela é apreciada com água quente, na cuia.
“A erva-mate, junto com estes alimentos, vai inibir a absorção do colesterol. Ou seja, o organismo absorve menos gordura”, explica a pesquisadora Brunna Boaventura, da UFSC.
Os voluntários usaram saquinhos com duas colheres de sopa de erva tostada. Quando a chaleira começa a chiar é sinal de que a água está no ponto. Ela não pode ferver. Tem que ficar em torno de 90ºC.
A mistura deve descansar por alguns minutos. A bioquímica Cristiane Coelho fez tudo direitinho. “No começo, foi mais difícil que eu achei um pouco amargo, mas depois de um mês já estava bem adaptada. Já estava até gostando do chá”, diz.
Depois de 40 dias, Cristiane descobriu que teve um dos melhores resultados do estudo. O colesterol dela era considerado alto: passava de 190. Ao final da pesquisa, esse número baixou para 106.
“Foi uma queda bem grande do nível do colesterol, passou para uma taxa normal”, conta.
O chá provocou uma queda média de 10% a 12% no colesterol ruim. “Nós encontramos voluntários que responderam bem à erva-mate e que a redução chegou a 40%”, afirma o coordenador da pesquisa, Edson Luis da Silva.
Surpresa maior foi o efeito da erva em quem já tomava o remédio para o colesterol. “A erva-mate potencializa o efeito do remédio porque os dois têm efeitos diferentes. Enquanto o medicamento diminui a produção do colesterol pelo organismo, a erva-mate diminui a absorção do colesterol que está nos alimentos”, acrescenta Edson.
O colesterol de Domingos estacionou nas alturas. Vinte dias depois de começar a tomar a erva-mate, a taxa caiu de 268 para 198.

A Pholia Negra ( Erva Mate) é amplamente cultivada no Brasil, árvore perene de porte médio que pode crescer até 20m de altura em estado selvagem. Comumente, quando cultivada, é podada em um arbusto, 4-8 m de altura de árvore para facilitar a colheita. Pholia Negra é da família do azevinho, folhas de azevinho são bastante rígidas e coriáceas. No ambiente selvagem cresce à beira de córregos, e prospera em 1.500-2.000 metros acima do nível do mar. Muito graciosa, ramos cheios de folhas, flores brancas e vermelhas que produzem bagas pequenas, pretas, ou amarelas. A Pholia Negra é dura, folhas coriáceas, que são utilizadas medicinalmente para emagrecer e outros tratamentos. Pholia Negra é originária do Paraguai, Brasil, Argentina e Uruguai, no entanto, agora é cultivada em muitos países tropicais para abastecer uma demanda mundial por suas folhas.

A Pholia Negra Nada mais é que um extrato da erva mate concentrado

Compre aqui: Erva Mate Day Pharma


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Thinogen




Suplemento nutricional natural com efeito potencial para gordura visceral (área abdominal).

O Thinogen é um suplemento nutricional, obtido através de uma alga marinha marrom comestível, com efeito potencial e ideal para redução da gordura visceral (abdominal) e para a propriedade de gerenciamento de peso.

Segurança
Isento de efeitos colaterais, diferentemente de produtos antiobesidade tradicionais no mercado é seguro para utilização a longo prazo.
Não há necessidade de mudança no estilo de vida, dietas drásticas ou exercícios desgastantes.
Seu processo de fabricação é baseado em tecnologias de purificação e remoção dos metais pesados, além de uma etapa adicional de concentração, o que o torna uma matéria-prima diferenciada e segura no mercado atual de produtos derivados de algas . Thinogen , fonte eficaz de fucoxantina, um pigmento carotenóide presente nas algas marrons, que induz a quebra das gorduras.

Mecanismo de Ação
Thinogen aumenta a produção da proteína UCP-1, permitindo que mais prótons passem através dos canais UCP. Este processo desvia a energia da síntese de ATP, e transforma substâncias como açúcar e gordura em energia, gerando calor, a termogênese.

Estudos em animais
Análise de perda de peso corporal em ratos em comparação ao grupo controle por 4 semanas.

Foi comprovado através do estudo, que a ingestão de Thinogen por camundongos reduziu consideravelmente a massa gorda mantida no tecido branco adiposo (WAT) pela promoção da queima de gordura.

O peso do tecido adiposo branco dos ratos que receberam Thinogen na dieta e em relação ao grupo controle foi analisado por 4 semanas tendo a diferença considerável de P<0,01 em relação ao grupo controle.

Estudos em seres humanos
Foi realizado um estudo clínico piloto onde se escolheu, aleatoriamente, 12 homens e 7 mulheres entre 25 e 48 anos de idade, onde os 2 grupos de dosagem foram aplicadas, de 2mg/dia e 4mg/dia, distribuídos em 3 grupos de pessoas: 2mg/dia (6 pessoas), 4mg/dia (8 pessoas) e o grupo placebo (5 pessoas).
Os grupos continuaram seu estilo de vida normal, sem dieta ou atividade física através de exercícios extras.
O período de administração foi durante 3 meses e mais 1 mês de observação, onde foram realizados exames médicos nos períodos: 0, 1, 2, 3, 4 meses.
Foi realizado, também, o acompanhamento da medição por TC da gordura abdominal, além de todo o estudo ser monitorado para que os grupos tenham obediência segundo o plano de ensaio.

1.1. Ensaio clínico: efeito de perda de peso por dosagens distintas
Houve diferença considerável em perda de peso entre os grupos de dosagem e o grupo de placebo.
A perda de peso para o grupo que recebeu a dosagem de 4mg/dia é consideravelmente diferente em 1 mês e 2 meses (P<0,05) em comparação ao grupo placebo.
Há uma diferença considerável em perda de peso após 3 meses (P<0,01) para o grupo de dosagem 4mg/dia em comparação com o grupo placebo. Não houve novo ganho de peso corporal um mês após a última administração.

1.2. Medição por Tomografia computadorizada (TC) do índice de gordura abdominal.

Foi utilizado o equipamento de TC onde foi calculado o índice de atenuação do tecido adiposo e as áreas de gordura (gordura total, visceral e subcutânea em mm).
As medições indicam a redução da gordura corporal, subcutânea e visceral em mulheres e homens. Nota-se que no grupo feminino houve redução da gordura total, visceral e subcutânea. Já grupo masculino houve maior redução da gordura subcutânea.
Foram realizados em paralelos outros exames, tais como: de rotina sanguíneo, da função do fígado, BP, HR e glicose do sangue não apresentaram resultados anormais em comparação com o exame inicial.

Conclusão do estudo clínico:

Após o primeiro mês foram coletados dados de peso e perda de gordura:
• 92,7% do grupo de 2 mg/dia e 95% do grupo com dosagem de 4 mg /dia relataram ambos efeitos.

Após o segundo mês:
• 93% do grupo de 2 mg /dia e 95% do grupo de 4 mg/dia relataram perda.

Após o terceiro mês:
• 94,5 % do grupo de 2 mg/dia e 99 % do grupo de 4 mg/dia relataram perda em relação ao grupo placebo, com a maior taxa de perda de peso relatada em 9,21 %.

Durante o quarto mês suspenderam a suplementação mas a perda de peso e gordura continuaram para ambos grupos de dosagem 2mg e 4mg/dia em relação ao placebo. Portanto, diferente de alguns fármacos químicos utilizados para perda de peso o Thinogen mesmo com a parada da suplementação ambos grupos não apresentaram ganho de peso durante um mês de avaliação e estudo.
Não observaram, também, efeitos colaterais durante os estudos e a gordura foi reduzida em paralelo, seja subcutânea, visceral, ou ambas, comprovadas através da tomografia computadorizada e conseqüentemente comprovou-se também a redução de peso.

Indicações
Redução da gordura visceral (abdominal) e gerenciamento de peso corporal.

Reações adversas
Não encontramos em nossos estudos quaisquer relatos de reações adversas e não houve o surgimento de algum efeito indesejável durante os estudos clínicos realizados. No entanto é sempre recomendável verificar se o paciente tem conhecimento prévio de sensibilidade a qualquer componente do insumo descrito ou até mesmo ao próprio Thinogen.

A Day Pharma disponibiliza formulas do thinogen:

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Recado da Day Pharma para você!

Whey Protein

Whey Protein é basicamente proteína, alguns outros suplementos com base no soro de leite (whey protein) contém outras coisas como carboidratos, cálcio, algumas gorduras, e alguns ingredientes sem muito valor. A Proteína do Soro do leite “whey Protein” é como o alimento que você come para repor proteínas e também não causa nenhum tipo de efeito colateral.

Sem duvidas a melhor proteína que você pode usar, mais você não pode abusar dela. Se usar em excesso pode se tornar prejudicial a sua saúde.

O ALTO CONSUMO DE WHEY PROTEIN PODE SOBRECARREGAR O FÍGADO E CAUSAR SÉRIOS DANOS.

Você tem intolerância a lactose ? Sem problemas, pois o whey protein isolado pode ser bom para você, Whey protein concentrado tem entre 5 a 7% de lactose, enquanto o whey protein isolado tem apenas 1% sendo que ambos são de baixo teor de lactose e podem ser tolerados pela maioria.


Quanto de Whey devo tomar ? O que eu ganho tomando Whey ?

Um fez tendo em mente seus objetivos você terá sua ingestão de proteínas diferente de todos os outros, Fisiculturistas profissionais chegam a usar 150 gramas de whey protein diariamente, dependendo do peso corporal, em geral é recomendado cerca de 1 grama de proteína por quilo do peso corporal. Para os fisiculturistas que tomam cerca de 150 gramas de whey protein ao dia isso significa algo em torno de 2 gramas por quilo de seu peso corporal isso para menos sempre, para não sobrecarregar seus rins e fígados.

Ajuda a aumentar a massa muscular magra ( é absorvido mais facilmente)
Também é indicado para a perca de peso ( nesse caso perca de gordura e a manutenção de massa magra).
Whey Protein ajuda a prevenir o câncer.
Pode ajudar na atividade da célula T e diminuir a perca de tecido durante alguma doença além de aumentar o bem estar e aumentar a velocidade de recuperação total.


Informação

Estudo sobre whey realizado em Ball State University mostrou que o uso de 0,88 gramas de Whey Protein para cada quilo de massa corporal resultou em um grande aumento na prevenção para o “overtraining”. Overtraining é uma condição resultante de se fazer mais exercícios do que seu corpo é capaz de se recuperar, são fatores agravantes uma dieta incorreta e a falta de descanso.
Arkansas Children’s Institute descobriu que o whey protein é 2X mais eficaz que o uso da proteína de soja.

A mais alta qualidade de medicamentos em seus suplemento
http://www.daypharma.com.br/s-13-50/Ganho-de-Massa-Muscular 



terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Poder da Ocitocina

OCITOCINA
Produzida no hipotálamo, a ocitocina ativa as áreas relacionadas à afetividade, ajudando a estabelecer e a fortalecer os vínculos de afeição. Ela está, ainda, associada à produção de dopamina, o neurotransmissor responsável pelo controle do sistema de recompensa. Quanto maior a produção de ocitocina, mais intensa será a síntese de dopamina. Ou seja, maior será a vontade de repetir determinada experiência. No caso do sexo, imediatamente depois do orgasmo, os níveis de oxitocina sobem, em média, 40%.
MECANISMO DE AÇÃO
A ocitocina é um componente na intrincada rede de processos neurofisiológicos que acontece durante a resposta sexual. Ela promove, em conjunto com outros hormônios/neurotransmissores, grande excitabilidade fisiológica no SNC, como acontece durante o ato sexual.
Um estudo recente mostrou diferença da atividade cerebral durante o orgasmo entre homens e mulheres. O fato mais interessante foi a desativação de grandes porções do cérebro, especialmente centros que controlam a sensação de medo, sendo completa nas mulheres, enquanto que, nos homens, ainda que exista diminuição significativa, não ocorre desligamento total. E acrescenta que altos níveis de ansiedade tornam muito difíceis o relacionamento sexual.
Conduzido pelas faculdades de Medicina e de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), o trabalho foi o primeiro a comprovar as qualidades do hormônio de forma concreta e objetiva, com exames médicos bem definidos.
Indicado formalmente para estimular a liberação de leite matemo, o hormônio vem sendo utilizado para incrementar a relação sexual. Algumas borrifadas de oxitocina no nariz antes do sexo e, relatam os casais, ocorrem maravilhas debaixo dos lençóis - os encontros de trinta minutos, em média, ficam mais soltos e mais afetuosos.
A maioria dos hormônios é ativada ou desativada a partir de outros hormônios, em um efeito cascata extremamente complexo. A intensidade da ação de cada um é definida, sobretudo, pela receptividade do alvo a ser atingido. No caso da oxitocina, os objetivos principais são o útero e as mamas. No fim da gravidez, ela estimula a contração uterina, e, durante a amamentação, facilita a liberação do leite materno.
A ocitocina stimula as contrações do órgão no trabalho de parto e durante a relação sexual e ativa as regiões cerebrais relacionadas às sensações de autoconfiança, vínculos de afeto e relaxamento.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Faça o teste para saber qual é o seu nível de atividade física diária



Navegando pelo G1, vimos essa matéria e resolvemos colocar aqui, vale a pena ler e fazer o teste.



Mais que entrar em uma academia ou começar a fazer exercícios físicos regulares, é importante aumentar o nível de atividade diárias nas tarefas rotineiras. Em geral, uma pessoa mais magra e bem condicionada tende a fazer as coisas bem mais rápido que uma sedentária.
Pode ser trocar o elevador pela escada, estacionar em uma vaga mais longe de onde você vai – ou preferir ir a pé – ou ainda empurrar o carrinho de compras no supermercado.
Nesta sexta-feira (28), dia de exercício no Bem Estar, o preparador José Rubens D'Elia e o educador físico Mauro Guiselini dão dicas para não ficar parado, mesmo nas ações mais simples e corriqueiras. Eles também citam várias formas de queimar até 1.000 calorias por semana e perder peso.
As mudanças de hábitos, segundo os especialistas, pode começar com exercícios para a panturrilha na hora de estender a roupa no varal; arrumar a cama do jeito certo, passar hidratante no corpo, caminhar com os cachorros mais vezes ou mesmo fazer bicicleta ergométrica ou esteira enquanto você assiste à televisão.A forma "inconsciente" de ativar a musculatura em diferentes situações cotidianas recebe o nome de exercício imperceptivo, ou seja, todas as diferentes maneiras pelas quais você coloca, naturalmente, seu corpo em movimento, sem se dar conta de que está gastando energia.
Que tem crianças em casa pode aproveitar o pique delas para pular corda, dançar, apostar corrida e brincar junto. Para os idosos, mexer-se ajuda muito na independência motora e na prevenção de incapacidades físicas.

Para começar, uma boa dica é perder 1.000 calorias por semana (veja atividades abaixo), esforçando-se eventualmente para chegar às 2.000:
- 5 horas de trabalhos caseiros
- 5 horas cuidando e brincando com as crianças
- 3,5 horas cuidando do jardim ou do quintal
- 3 horas dançando
- 3 horas andando
- 2,5 horas de trabalhos manuais
- 2 horas jogando tênis
Fonte: G1

Plantas que emagrecem


Em meio a tantas promessas de enxugar as medidas, investigamos os fitoterápicos que recebem o sinal verde da ciência como auxiliares na perda de peso

Chás, extratos de ervas, suplementos naturais... Eles estão na boca do povo e, de tempos em tempos, ganham inclusive garotas-propaganda entre as celebridades que exibem suas curvas na televisão. A impressão é que nem as plantas escapam do ritmo cíclico da moda. Não à toa, quem quer — ou precisa — perder peso costuma se dividir quando uma nova espécie está em evidência: uns a recebem com desconfiança, outros a acolhem como a fórmula secreta para vencer a contenda contra a balança. A verdade é que dá para ficar facilmente perdido diante de inúmeras promessas, na maioria das vezes rejeitadas pelos médicos.

A ciência, porém, não pode desprezar o potencial de certas plantas para integrar uma das frentes de combate à epidemia de obesidade. Embora não sejam a panaceia em matéria de perda de peso, alguns fitoterápicos já passam por testes rigorosos e demonstram seus bons efeitos. Não substituem mudanças de hábito nem, em alguns casos, outros remédios, mas sua ajuda pode ser bem-vinda na hora de afinar o corpo.

Que o diga o popular chá verde. Já existiam indícios de sua capacidade de eliminar gordura e, agora, um estudo brasileiro comprova seus préstimos em seres humanos com quilos a mais. A bebida feita com a planta Camellia sinensis foi alvo de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, no interior paulista. A educadora física Gabrielle Aparecida Cardoso recrutou mulheres com sobrepeso ou obesidade leve, todas entre 20 e 40 anos. Elas foram divididas em quatro grupos. O primeiro tomava o chá gelado (10 gramas do pó) de manhã e à tarde. O segundo ingeria um preparo falso, o placebo. O terceiro consumia a infusão geladinha dez minutos antes de fazer musculação. E o quarto tomava a bebida fajuta antes de malhar.

“Ao compararmos os dois primeiros grupos, notamos que apenas as participantes que tomaram o chá emagreceram”, conta Gabrielle. “Já entre as mulheres que se exercitaram, observamos que ambos os grupos perderam peso. Mas a redução de gordura corporal foi três vezes maior entre as voluntárias que consumiam a bebida”, relata. Os dados obtidos mostram que a planta ajuda a esvaziar os redutos gordurosos, diminuir a circunferência abdominal e ainda ganhar massa muscular, dando um gás para a prática de atividade física.

O poder do chá verde parece residir sobre substâncias chamadas catequinas. “Elas inibem uma enzima que atrapalha um mecanismo de queima de gordura e, ainda, elevam o gasto energético do corpo”, explica Gabrielle. Aliás, de acordo com a pesquisa, ingerir a infusão em temperatura fria teria a vantagem de torrar mais calorias. “A bebida melhora a disposição, o que incentiva o indivíduo a se mexer e, assim, emagrecer”, avalia a pesquisadora.

Outro fitoterápico visitou as bancadas de laboratório depois de começar a fazer sucesso na mídia. Trata-se da pholia negra, um extrato de plantas do gênero Ilex, do qual faz parte, por exemplo, a famosa erva-mate. Suas cápsulas foram submetidas ao crivo científico em um estudo com ratos coordenado pela bióloga Maria Martha Bernardi na Universidade de São Paulo. “Dividimos os animais com sobrepeso em três grupos: o primeiro só comeu uma ração convencional, o segundo ganhou também a pholia negra e o terceiro recebeu sibutramina, remédio usado para controlar o apetite”, conta a especialista em farmacologia. Após um mês, os investigadores repararam que a perda de peso foi similar nos dois últimos grupos: os ratinhos se livraram, em média, de 10% da sua massa corporal. 

“Diferentemente da sibutramina, que age no sistema nervoso central, a pholia negra desacelera a atividade do estômago, fazendo com que a comida fique mais tempo lá dentro”, explica Maria Martha. Dessa forma, o fitoterápico conseguiria deixar a pessoa saciada por um período maior.

Enquanto aguardamos pesquisas que avaliem o desempenho do extrato em seres humanos, vale voltar os olhos para o Oriente, de onde vem a maioria das últimas fórmulas naturais antiobesidade que chegaram ao país. É o caso das cápsulas do óleo de cártamo, cultuado há anos em países asiáticos. O suplemento, extraído das sementes dessa planta, costuma surtir efeito após seis meses — ele deve ser ingerido antes das refeições. “Seus ácidos graxos essenciais aumentam a oferta de leptina, o hormônio da saciedade”, explica a nutricionista Stefania Valente da Silva, do laboratório Herbarium, um dos fabricantes do produto.

O óleo de cártamo tem ainda outro mecanismo de ação: ele ativa o tecido adiposo marrom, reserva que, de maneira diversa da famigerada gordura branca, eleva a temperatura corpórea e faz queimar calorias. “Só que o organismo gasta a energia estocada na gordura branca”, diz Stefania. Da Ásia vem outro reforço pró-saciedade. O laboratório Galena trouxe para o Brasil um suplemento à base de pinho coreano, disponível na forma de sachês em farmáciasde manipulação. O óleo da planta tem uma substância que estimula a liberação de hormônios que dão sensação de barriga cheia. Quer mais? Destaque recente, a indiana Mucuna pruriens ainda está sob investigação, mas parece atuar em uma via alternativa. “Trabalhos mostram que ela eleva os níveis de um neurotransmissor ligado ao prazer, o que ajudaria a diminuir a compulsão alimentar”, diz a nutricionista Andréia Naves, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, em São Paulo.

Apesar de tantas opções e expectativas, Há especialistas que continuam vendo as plantas com reservas. “Ainda faltam estudos em larga escala e dados de eficácia e segurança”, diz o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Do outro lado, pesquisadores querem explorar ainda mais o potencial da flora brasileira. “Estamos testando mais de 2 mil plantas amazônicas e é provável que algumas delas tenham efeito contra o excesso de peso”, conta Martha, que hoje atua na Universidade Paulista. Se a natureza oferece ajuda — e a ciência aprova —, não custa aceitar. 

Consulte o especialista

Um recado a todos que desejam emagrecer com o auxílio de um fitoterápico: nunca saia por aí ingerindo um produto sem a indicação e a orientação de um médico ou de um nutricionista. Lembre-se de que, em dosagens equivocadas ou misturados a remédios, os compostos das plantas podem expor o organismo a uma série de riscos, inclusive fatais. Outro aviso: jamais substitua um medicamento por uma erva com a pretensão de obter o mesmo efeito. Também não vá atrás dos conselhos dados por amigos: o que ajudou no caso deles pode ser mal tolerado pelo seu corpo. E, sempre que for ao médico, não esconda dele que faz uso de um produto à base de plantas.

Efeito sobre a ansiedade

Algumas plantas apresentam propriedades calmantes, caso da melissa e da passiflora, e, assim, em tese, poderiam ajudar algumas pessoas a suprimir aquela vontade louca de comer para aplacar os ânimos. Contudo, faltam estudos que legitimem sua eficiência no controle do apetite e do peso.

Atenção à procedência

Existem diversas versões e marcas de fitoterápicos disponíveis no mercado, a maioria com venda livre. Por isso, fique de olho nos rótulos e dê preferência a produtos fabricados por laboratórios e com selo de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Plantas


Nome popular: Chá verde
Nome científico: Camellia sinensis
Origem: Índia e China
Partes utilizadas: Folhas
Formas de consumo: em infusão, por meio de sachês, bebidas prontas e cápsulas


Nome popular: Pholia negra
Nome científico: Ilex paraguariensis(e outras)
Origem: Diversas regiões, entre elas América do Sul
Partes utilizadas: Folhas
Formas de consumo: Cápsulas do extrato

Nome popular: Pinho Coreano
Nome científico: Pinus koraiensis
Origem: Coreia
Partes utilizadas: Óleo da castanha ou pinha
Formas de consumo: Sachês, disponíveisem farmácias de manipulação, e cápsulas

Nome popular: Mucuna
Nome científico: Mucuna pruriens
Origem: Índia, África e Caribe
Partes utilizadas: Sementes e frutos
Formas de consumo: Cápsulas

Fonte: Saúde Abril